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Como escolher um framework web no IV EJES

No dia 17 de outubro participei do IV EJES como palestrante, falando sobre como escolher o melhor framework web. Esse assunto é bastante complexo e requer uma análise bastante analítica, que espero fazer em forma de post em breve.

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O evento foi sensacional, deu para conhecer muitas pessoas legais como o Makoto, Júnior, Gabriel, Vitor, André e vários outros. Fica um agradecimento especial ao Jeveaux, organizador do evento e JUG Leader do ESJUG, pela organização do evento e também pela hospitalidade. Foi uma excelente oportunidade também para reencontrar alguns amigos como o Paulo Silveira, Leonardo Hackin e a Loiane.

Vou palestrar no IV EJES

IV EJESRecebi o convite do Jeveaux, JUG Leader e fundador do ESJUG, para palestrar da 4ª edição do Encontro de Java do Espírito Santo. Aceitei o convite, irei palestrar com o tema JavaEE? Para onde você está indo? Conheça, compare e saiba escolher o melhor framework web e terei o maior prazer em participar desse evento. O ESJUG iniciou este ano a todo vapor com a criação do site, realizando eventos e aumentando a movimentação dos emails na lista de discussão. A programação está excelente, com temas do momento e palestrantes de peso, como Paulo Silveira, Jeveaux e a Loiane.

A escolha desse tema foi feita a partir de uma conversa com o Jeveaux sobre o mercado local de Vitória. Antes que alguém comece a jogar pedras: existe há alguns anos uma apresentação bastante famosa comparando alguns frameworks web Java, do Matt Raible. Na verdade, entrei em contato com o Matt comentando isso e ele respondeu que eu poderia até utilizar a apresentação dele, claro que colocando os devidos créditos. A apresentação que irei ministrar não será uma cópia da apresentação do Matt, apesar de haver muita semelhança. Irei abordar outros tópicos e também mostrar um exemplo de código durante a palestra.

Você que é de Vitória ou de cidades vizinhas: não deixe de comparecer ao evento!

O Desenvolvedor Web

Palestra sobre desenvolvedor web na IX Semana de Sistemas de Informação da FA7, no dia 22 de setembro.

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Tema desse ano:

A semana de Sistemas de Informação tem por meta apresentar para seus alunos a diversidade das profissões na Área de Tecnologia e as possibilidades que existem no nosso mercado, dando exemplos de quem já navegou nesses mares pela conquista de seu porto seguro.

Falei um pouco da minha experiência e de alguns tópicos que foram requisitados pela coordenação do curso, tais como: formação, mercado de trabalho, tendências e habilidades. Comentei também sobre o cenário do Ceará, falando do mercado de trabalho, das tecnologias utilizadas e emergentes. Também falei um pouco da importância do inglês, de testes em aplicações e de programadores cowboys. Pretendia mostrar para os alunos uma gravação de 1 ou 2 minutos com o Luca Bastos, falando da sua experiência e dando algumas dicas. Porém, o Luca não conseguiu gravar e infelizmente não deu para mostrar a entrevista dele no Dev in Rio. Gostaria de agradecer ao Luca pelas dicas que ele me forneceu para a elaboração da apresentação.

Como fui convidado de última hora, não tive muito tempo para preparar a apresentação. Espero melhorá-la futuramente, pois para a turma que está iniciando no mundo web esse tema é importantíssimo.

VMWare adquire a SpringSource

A VMWare anunciou a compra da SpringSource (empresa do criador do framework Spring, Rod Johnson)
por quase $ 370M. Segundo a empresa e também ao criador do Spring, o forte apoio ao open source será mantido.

Veja o que Rod Johnson comentou sobre a venda e sobre o futuro do Spring:

Sleep easy – our commitment to open source practices, licenses and traditions will remain unchanged. We expect our contributions to open source to increase. Our open source projects will retain their commitment to enabling user choice. Spring will retain the portability between deployment environments that empowers users.

Trocando em miúdos: ele comentou que o comprometimento dos funcionários da SpringSource, bem como as licenças e práticas serão mantidas.

E você, o que acha disso? Vai ser melhor para o Spring? Para a comunidade?

Falando em Java 2009: eu fui!

Este ano tive a oportunidade de participar da terceira edição do Falando em Java, um evento sobre a plataforma Java da Caelum que ocorre anualmente. Conheci alguns amigos gujeiros, twitteiros e também da própria empresa.

A presença do Jim Webber da Thoughtworks foi fundamental, visto que Bill Burke não pôde comparecer ao evento (devido a problemas com visto). Para a sorte do evento, além de ministrar a palestra Guerrilha SOA, Jim também possuía um know-how bem forte sobre Web services (veja o livro de sua autoria sobre o assunto) e pôde ministrar com maestria a palestra do Bill Burke. Além de ter mostrado uma forte qualidade técnica, Jim soube cativar o público com algumas pitadas de humor, sendo ovacionado diversas vezes nas suas palestras.

Em sua palestra sobre SOA, Jim apresentou uma analogia de silos e pontes com sistemas interoperáveis, ou seja, do modo com que se construía sistemas em módulos sem possuir integração alguma (e que não seria uma simples ponte que faria com que dois ou mais sistemas se comunicassem entre si de uma forma concisa), do grande hype sobre o mundo SOA e a forma que as empresas vendem seus produtos baseados nessa tecnologia. No mundo SOA, entenda ESB como um hub que recebe/envia mensagens de diversos sistemas distintos. Para Jim, ESB representa um barramento mágico que ofusca o que faríamos quando fossemos integrar sistemas diferentes em uma corporação, abstraindo do desenvolvedor essa tarefa, porém fazendo a mesma coisa que faziam no passado: incluindo pontes entre silos (você conseguiria imaginar isso?). Seria Same Old Arquitecture uma buzzword ou realmente SOA é algo diferente e novo?

Em sua segunda palestra, Jim abordou REST webservices e enfatizou (assim como Felipe Sabella – vulgo lipe – na palestra sobre VRaptor 3) a importância de ser eficaz na web. Explicou também a importância da web e que infelizmente a maioria das empresas/pessoas não sabem aproveitar o que a tecnologia que envolve o protocolo HTTP oferece. No blog do Bruno Pereira você verá muita coisa sobre REST.

Hibernate foi um dos assuntos mais comentados no evento, com dicas de boas práticas e alguns exemplos de lazy loading (EXTRA mode), batch, stateless session, cluster, load balance, n+1 selects e outros. Algumas apresentações tiveram exemplos práticos, como na apresentação sobre o JBoss Seam e Web beans, onde o cenário da compra de pães foi mostrado. Na verdade, a idéia por trás desse cenário era para exemplificar e mostrar a Java Contexts and Dependency Injection (JSR-299), onde a pessoa receberia o pão como recurso (injetado), e não ter que se deslocar para obter o pão. O cenário full stack do JBoss Seam é um chamativo para desenvolvedores que estão em busca de features out of box, como: segurança, integração com relatórios, frameworks MVC, mensageria, AJAX, dentre outros. Já o que mais me chamou atenção na palestra sobre VRaptor 3 foi a list-roadmap dos desenvolvedores e o fato de que eles inserem as necessidades que irão trazer praticidade para o dia-a-dia deles em atividades de desenvolvimento de software. Estou utilizando a versão 2.x do VRaptor em um projeto open source e estou gostando bastante, principalmente pela simplicidade e por não ser intrusivo. O VRaptor possui integração com Spring, Hibernate, freemarker, velocity e outros frameworks. Acredito que a palestra sobre arquitetura para aplicações java de médio porte poderia ter relacionado outros tipos de funcionalidades arquiteturais, como segurança, mensageria, integrações, front-ends, etc.

img_livro

Uma das principais novidades do evento foi o anúncio do lançamento do livro Arquitetura Java, previsto para o mês de novembro deste ano, com participação de alguns instrutores da Caelum e prefácio do Shoes. Todos os participantes do evento terão desconto na compra do livro. Outra novidade é a abertura de uma filial em Brasília e o lançamento do curso de Adobe Flex.

Para concluir, gostaria de parabenizar a Caelum pelo excelente evento e agradecer o apoio do Paulo Silveira.

Até o próximo!

Secomp 08 e CCT de novembro

Falando em eventos, na próxima quinta-feira (20/11)  irei ministrar mais uma palestra (felizmente) Apresentando o CEJUG e o poder do Java. A palestra ocorrerá na SECOMP, evento que ocorre na Faculdade Lourenço Filho e que já está na sua oitava edição.

Irá ocorrer também o CCT deste mês, com a presença do meu velho amigo Jeveaux, do PortalJava.

Palestras do CCT:

  • Testes de Software – Jeveaux
  • Desenvolvendo aplicações web no eclipse utilizando Tapestry 5 – Marcus Veloso

Frameworks: agindo com bom senso

Um pouco de conversa

Sempre que posso, acesso o fórum do Javaranch para ver as novidades e assuntos interessantes do mundo Java. No feriado de ontem estava eu navegando nesse fórum quando achei um tópico de título “When to use JSF or Struts“. Título este bem chamativo, por conta das diversas discussões e comparativos sobre esses frameworks na comunidade Java do mundo inteiro.

Nesse post, o autor pergunta qual a diferença entre os dois. A diferença é simples: a quantidade de artefatos criados e a complexidade de sua utilização. JSF é bem simples e com algumas configurações e artefatos criados já está apto para ser utilizado no seu sistema. Eu não sou xiita e não estou dizendo que JSF é melhor do que Struts ou qualquer outro framework, não estou afirmando que ele é a bala de prata. E não é.

Gostei muito de uma resposta desse post e ainda bem que ela foi logo a primeira resposta, evitando que outras respostas mudassem os pensamentos e opiniões dos leitores. Nessa resposta, o autor enfatiza: “How to choose? For me, I’ll choose a framework that team members familiar with“. Essa resposta foi bem coerente, pois se sua equipe possui experiência e produtividade com o framework X, não quer dizer que se adotar o framework Y aumentará a produtividade da equipe, pelo contrário, pode acontecer o inverso, já presenciei casos desse tipo.

É comum ver em fóruns, listas de discussão e até mesmo no dia-a-dia, profissionais discutindo com seus companheiros de trabalho, alegando que o Struts (versões 1.x) é obsoleto e está ultrapassado. Isso não é mentira, é fato. Porém o que não concordo é esse xiitismo e essa generalização em volta desse assunto. Você já trabalhou com Struts, já ganhou muito dinheiro com ele, eu também. O framework Struts foi por muito tempo o framework padrão de mercado, exigido por quase todas as empresas como requisito fundamental no currículo. Acredito que apenas uma fatia dos novos desenvolvedores que iniciaram a pouco tempo não tiveram a chance de trabalhar com ele. Mas este dia chegará, pois muito em breve esses teenagers irão prestar consultoria em sistemas que foram feitos com esse framework.

Por que o Struts está obsoleto?

É muito simples de explicar. Veja a imagem abaixo e tente comparar com qualquer outro framework da moda.

Arquitetura orientada a BOLOVO

Essa arquitetura é completamente orientada a BOLOVO. Note que é necessário a criação de vários artefados para a criação de um simples caso de uso.

Artefatos necessários:

  1. configuração do Servlet Front Controller do Struts no deployment descriptor (web.xml)
  2. criação de um XML denominado struts-config.xml
  3. criação de uma classe Java que estende a classe ActionForm (Struts)
  4. criação de uma classe Java que estende a classe Action (Struts)
  5. configuração do ActionForm no struts-config.xml
  6. configuração da Action no struts-config.xml
  7. se você for utilizar validação (que é necessária em todo sistema que se preze), é necessário a criação de outros artefados, como por exemplo um arquivo de propriedades.

Isso não acontece com frameworks da moda, nos quais são orientados a POJO. Por exemplo, o JSF necessita apenas da criação de uma classe POJO, configuração do Servlet no deployment descriptor e da criação de um XML chamado faces-config.xml. Três artefatos criados, eu disse apenas três artefatos criados.

Portanto, a sua utilização poderá acarretar em futuros problemas, como inúmeras refatorações. Também existe uma má utilização dos princípios da Orientação a Objetos e péssimas práticas de desenvolvimento de software, nos quais posso citar algumas: alto acoplamento, alta manutenabilidade e complexidade.

E agora, o que utilizar?

Muita calma nesta hora. Como mencionei acima, não sou xiita (a-rá, gosto de EJB e irei utilizá-lo em todos os meus projetos, até um hello world numa simples JSP, criarei diversos artefatos, farei várias configurações e utilizarei um servidor de aplicações parrudo). Ratificando: o intuito deste post não é mostrar que o framework X é melhor do que o framework Y.

Java está se tornando uma plataforma difícil de se dominar, por ser bastante abrangente e surgir novas funcionalidades todos os dias. Sem falar de frameworks, que todo dia nasce um no quarto de um desenvolvedor que está com seu ócio criativo em alta. Mas alguns frameworks estão me chamando bastante atenção, por serem produtivos, robustos e simples. São eles: JSF, VRaptor e Spring.

Lembrando mais uma vez: nenhum framework é a bala de prata!

frameworks-cadeia.jpg

Outros frameworks que estão chamando atenção da comunidade: Apache Wicket e Waffle. Implementações: Jersey e Metro.

Sobre frameworks caseiros

Se você acessar os maiores fórums brasileiros de Java como GUJ e PortalJava, verá inúmeras discussões sobre as vantagens e desvantagens de frameworks caseiros. Particularmente eu vejo muitas desvantagens, pois já passei por uma experiência que não me agradou muito. Há uma discussão no GUJ sobre esse assunto, ela é datada de 2005, que me chamou bastante atenção. Se em 2005 alguns dos membros mais ativos da comunida Java já falaram das desvantagens de construir tal geringonça, por que após três anos isso ainda continua?

Frameworks caseiros não são arquiteturas de referência, não são padronizados, não possuem uma comunidade em volta para dar apoio e não são padrões da insdústria de software. Construir frameworks caseiros com o dinheiro público é o pior caso de todos.

Nesse post do GUJ, Carlos Villela comentou:

Desenvolver um framework ANTES de desenvolver uma aplicacao nao da certo: ou voce acaba com a aplicacao tendo que fazer gambiarras em cima do framework, ou a aplicacao nao sai ate mudarem o framework. Eh melhor fazer uma aplicacao primeiro, refatorar ela e tirar os pedacos genericos e transformar num framework do que tentar advinhar o que eh generico e o que nao eh. Alias, risque a palavra advinhar do dicionario.

Ele adivinhou o que poderia acontecer utilizando essa abordagem e eu tive a péssima experiência de passar por isso.

Não sendo xiita, afirmo que cada caso é um caso. Está certo que em determinados projetos é necessário construir um determinado número de classes que executam processos comuns entre sistemas. Mas é para ser feito só o básico e o necessário, nada mais além do que isso, porque senão irá virar um framework!

Referências

Como obter os objetos HttpServletRequest e HttpServletResponse no Struts2

Tenho visto em fóruns pessoas com dificuldade em obter os objetos HttpServletRequest e HttpServletResponse utilizando o Struts2. A action do Struts2 é um POJO e não possui acoplamento e dependência com os objetos dos containers. Mas o framework disponibiliza algumas classes que fornecem esses objetos. A classe ServletActionContext é uma delas, então vamos aos códigos.

Código:

//imports e definição da classe

HttpServletRequest request = ServletActionContext.getRequest(); //obtendo o objeto HttpServletRequest

HttpServletResponse response = ServletActionContext.getResponse(); //obtendo o objeto HttpServletResponse

O Struts2 disponiliza ainda outras formas de obter alguns objetos comuns da especificação Servlet, como a classe ActionContext, que fornece métodos que retornam o contexto da aplicação, mapa da sessão, etc.

Até a próxima!

Struts2, o início

Como prometido, irei iniciar uma série de posts sobre o Struts2. E para começar, vamos aprender a configurar o básico para a sua utilização em projetos.

Primeiro, crie a estrutura de diretórios abaixo (como IDE utilizei o Eclipse) e baixe o arquivo struts-2.0.9-lib.zip, precisaremos das libs mostradas na imagem.

estruturadoprojeto.jpg

 

 

Web.xml

Edite o web.xml do seu projeto e adicione as linhas abaixo. A classe FilterDispatcher é o filtro do Struts2, ela é responsável por todas as requisições da aplicação.
<filter>
<filter-name>struts2</filter-name>
<filter-class>org.apache.struts2.dispatcher.FilterDispatcher</filter-class>
</filter>

<filter-mapping>
<filter-name>struts2</filter-name>
<url-pattern>/*</url-pattern>
</filter-mapping>

struts.xml

Esse é o arquivo de configuração, onde ficam as informações como: actions, forwards, interceptors, plugins, etc. Por questão de visualização e organização, criei o arquivo helloworld.xml para manter o arquivo de configurações do Struts2 mais legível. Não era necessário criar esse arquivo (helloworld.xml), porém já imaginou o tamanho que seria esse arquivo em um projeto real?

<struts>

<constant name=”struts.enable.DynamicMethodInvocation” value=”false” />
<constant name=”struts.devMode” value=”true” />

<include file=”helloworld.xml”/>

</struts>

helloworld.xml

Principais atributos:

  • package name: nome do pacote;
  • namespace: nome no qual poderá ser utilizado nos formulários e nas URLs ;
  • action name: atributo que define o nome da action
  • class: caminho completo da action
  • result name: nome para o forward ou resultado. Informa para qual JSP a página será direcionada.

<struts>
<package name=”helloworld” namespace=”/helloworld” extends=”struts-default”>

<action name=”HelloWorld” class=”org.carneirorafael.HelloWorld”>
<result name=”SUCCESS”>/helloworld/HelloWorld.jsp</result>
</action>

</package>
</struts>

HelloWorld.java

A classe HelloWorld é a action POJO (Plain Old Java Object) do Struts2. Ela estende a classe ActionSupport e sobrescreve o método execute. Possui o atributo mensagem que é uma String e tem seus métodos acessores. Ao chamar a URL http://seuHost:suaPorta/strutsbegin/helloworld/HelloWorld.action o método execute é chamado e este configura o atributo mensagem, através do método acessos setMessage.

//imports

public class HelloWorld extends ActionSupport {

private static final long serialVersionUID = 7407988331733714918L;

private String mensagem;

@Override
public String execute() throws Exception {
this.setMessage(“HelloWorld com o Struts2!”);
return “SUCCESS”;
}

public String getMensagem() {
return this.mensagem;
}

public void setMessage(final String message) {
this.mensagem = message;
}
}

HelloWorld.jsp

E por fim, a JSP na qual exibirá os dados na tela através da tag <s:property>. Essa tag pega o valor do atributo mensagem que se encontra na action.

<%@ page contentType=”text/html; charset=UTF-8″ %>
<%@ taglib prefix=”s” uri=”/struts-tags” %>
<html>
<head>
<title>HelloWorld com Struts2</title>
</head>

<body>

<s:property value=”mensagem”/>

</body>
</html>

Conclusão

Está muito fácil configurar um projeto e fazer um helloworld no Struts2. E é porque eu não utilizei as anotações (annotations). Irei continuar escrevendo mais posts sobre esse framework, tentando expor suas novas funcionalidades e características. Espero que esse post possa ajudá-lo a conhecer um dos frameworks MVC mais conhecidos do mercado.

Download

Struts2Begin

Comparações entre frameworks web

Hoje estava lendo notícias no javalobby e vi uma pesquisa feita nos E.U.A sobre os frameworks web mais utilizados entre 2005 e 2007. E como todos já sabem (ou pelo menos deveriam saber), o framework web mais utilizado (que por sinal deixou os concorrentes comendo poeira) é o JSF, mais conhecido como JavaServer Faces. Há um bom tempo venho observando a quantidade de empresas que estão adotando essa tecnologia para o desenvolvimento de seus projetos, bem como o aumento de desenvolvedores que utilizam esse framework, seja em suas empresas ou em projetos pessoais.

Venho observando também o excelente leque de opções de bibliotecas feitas em cima do JSF que facilitam a vida dos desenvolvedores, entre elas: ajax4jsf e myfaces.

É interessante também observar a briga entre o Spring MVC e o Ruby on Rails.

Pesquisa nos E.U.A sobre os frameworks web

Por que será que o Struts2 está perdendo a pouca popularidade que teve quando foi lançado? Essa pergunta será respondida em breve.